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12 de julho de 2019

Turismo de Portugal : Programa de Apoio M&I Interior +


Em consonância com a Estratégia Turismo 2027, foi criado o Programa de Apoio M&I Interior +, um programa que concede apoio financeiro à realização e captação de eventos associativos e corporativos, de pequena e média dimensão, nos territórios de baixa densidade de Portugal, e nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira. 

Os seus principais objectivos são: reforçar a atractividade dos territórios de baixa densidade e das regiões autónomas da Madeira e dos Açores, em particular no segmento de turismo de negócios / eventos; contribuir para o reforço da coesão do país, canalizando preferencialmente para estas áreas os eventos associativos e corporativos de pequena e média dimensão; e potenciar o crescimento económico destes territórios, pelo aumento da procura turística e do número de dormidas. 

São promotores dos projectos os organizadores dos eventos, que correspondam a entidades públicas, incluindo aquelas em cuja gestão as entidades da administração central do Estado, regional e local tenham posição dominante; e entidades privadas 

As candidaturas são submetidas a partir do dia 18 de julho no site do Turismo de Portugal, através da plataforma SGPI, no prazo mínimo de 90 dias antes da realização do evento, e durante a vigência do programa (até 26 de junho de 2020). 

Para mais informação consulte www.turismodeportugal.pt



29 de março de 2019

Programa de Investimento em Territórios de Baixa Densidade – 2ª fase | Prorrogação do prazo até 30 de junho 2019


Foi prorrogada a 2.ª fase de candidaturas ao Programa de Investimento em Territórios de Baixa Densidade, que foi criado tendo em vista a dinamização do investimento, através da valorização económica de ativos imobiliários afetos ou a afetar a atividades do setor do turismo, bem como a promoção do desenvolvimento e sustentabilidade das economias regionais.

Saiba mais o programa no seguinte link:


A apresentação das candidaturas à 2ª fase decorre até 30 de junho de 2019.

20 de março de 2017

Novo protocolo da Linha de Qualificação da Oferta 2017



No dia 17 de março, no âmbito da Bolsa de Turismo de Lisboa foi assinada a nova versão da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, entre o Turismo de Portugal, as instituições bancárias aderentes e a Portugal Ventures, que vigora até 31 de dezembro de 2018.

Através da Linha de Qualificação da Oferta 2017, continuará a ser privilegiado o investimento em projetos distintivos e inovadores, assim como na requalificação de empreendimentos turísticos, no sentido de os posicionar e afirmar em segmentos de maior valor acrescentado. O desenvolvimento de projetos de empreendedorismo na área da animação turística, bem como de projetos na área da restauração de interesse para o turismo, estão também entre os eixos de investimento contemplados.

As principais novidades desta linha são as seguintes:

- a criação do Fundo de Capital de Risco denominado FCR Turismo Crescimento (que está em fase final de criação), com o capital indicativo de 15 milhões de euros, gerido pela Portugal Ventures, através do qual se pretende, se considerado ajustado à operação e à empresa, disponibilizar um produto financeiro que complemente os financiamentos concedidos através da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta e que assegure a cobertura do investimento total do projeto;

- a possibilidade de atribuição de um prémio de desempenho a projetos de investimento a implementar no interior do país, em que se prevê uma parcela de incentivo não reembolsável, desde que sejam atingidas as seguintes metas, ao terceiro ano completo de exploração: 

a) Pelo menos 90% do valor de negócios e do valor acrescentado bruto previsto na candidatura, sendo que cada um concorre em 50% para esse objetivo; 

b) A criação da totalidade dos postos de trabalho previstos na candidatura

Consulte toda a informação, incluindo o protocolo assinado neste link.

28 de fevereiro de 2017

Concursos TCP | Tese de Doutoramento | George Manuel de Almeida Ramos

Inovação Institucional, Turismo e Desenvolvimento em Territórios de Baixa Densidade - O caso do Geopark Naturtejo

Abstract

As discussões e iniciativas à volta da inovação têm sido acompanhadas por uma crescente literatura que apresenta e estuda abordagens ao produto, ao serviço, ao processo, ao modelo de negócio, à própria gestão. Apesar de úteis, aquelas discussões e iniciativas podem acabar por falhar uma oportunidade relevante, subexplorada e cada vez mais relevante - a inovação institucional. 

A possibilidade de rever o estado da arte da atuação das instituições e desenvolvendo a arquitetura relacional dentro e entre instituições, reavaliando os trade-offs entre elas é o ponto de partida do trabalho apresentado, prestando a atenção devida ao conhecimento, à aprendizagem, à criatividade, ao funcionamento em rede e ao território. Percebendo a importância deste tipo de inovação, este trabalho pretende analisar a contribuição de inovação institucional para o desenvolvimento das atividades turísticas em territórios de baixa densidade, focando o papel desempenhado pelos geoparques. Para atingir este desiderato, a perceção das dinâmicas no Turismo, do lado da oferta e do lado da procura, são fundamentais no sentido de posicionar o caso de estudo - o Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional, Portugal – no âmbito daquelas dinâmicas. 

As conclusões retiradas evidenciam (ainda) alguma articulação precária entre os atores regionais e um grande nível de dependência face aos poderes públicos, limitando o impacto que a instituição Geoparque Naturtejo produz no território. É possível ainda referir um subaproveitamento das potencialidades existentes na região, seja ao nível dos atores, seja ao nível da oferta. A capacidade do Geoparque em estabelecer o ‘seu’ território é inegável; o reconhecimento desse território por parte da comunidade em geral (residentes, empresas, turistas) é, no entanto, algo que exige um esforço maior pela gestão da instituição. 

Palavras-Chave: Desenvolvimento; Territórios de Baixa Densidade; Turismo; Inovação; Geoparques.

28 de outubro de 2016

Incentivos para territórios de baixa densidade majorados

Durante o seminário de lançamento do projeto de Promoção do Espírito Empresarial na Região do Oeste que decorreu ontem na sede da Oeste CIM, nas Caldas da Rainha, a Professora Ana Abrunhosa anunciou a abertura, para breve, das medidas inseridas no Centro 2020 associadas às prioridades de investimento 8.3 – Emprego por conta própria, empreendedorismo e criação de empresas, incluindo micro, pequenas e médias empresas inovadoras -  e 8.8 – Apoio ao desenvolvimento dos viveiros de empresas e à atividade por conta própria, às microempresas e à criação de empresas e microempresas, que serão geridas pelos GAL e pelas CIM..

Foi igualmente divulgado que estão a ser ponderadas alterações às condições gerais de elegibilidade de projetos a estas medidas, nomeadamente o aumento dos montantes máximos de investimento elegível (que tem sido divulgado como sendo de até 100.000,00 euros para projetos geridos pelos GAL e até 235.000,00 euros nos projetos geridos pelas CIM), bem como nas taxas máximas de comparticipação dos projetos de investimento, que nos territórios de baixa densidade poderão vir a superar largamente os 50% de incentivo não reembolsável, valor que estava inicialmente previsto para todos os projetos.

9 de outubro de 2016

Diário Digital Castelo Branco | 07-10 | Novos incentivos para territórios de baixa densidade

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, anunciou hoje [07-10] o desenvolvimento de um programa de apoio ao investimento para os territórios de baixa densidade para projetos até 235 mil euros.

"Em relação aos territórios de baixa densidade, há preocupações grandes com esta questão e estamos a desenvolver um programa de apoio para projetos de investimento nestes territórios", afirmou.

A presidente da CCDRC, que falava no Centro de Empresas Inovadoras (CEI) de Castelo Branco, durante a apresentação da iniciativa “Vale de Incubação”, explicou que está a ser desenvolvida a possibilidade para os territórios de baixa densidade de criação de apoios para projetos que não ultrapassem os 235 mil euros, apoios esses a título não reembolsável e com taxas atrativas.

"No fundo, estamos a adequar aos incentivos às características dos territórios, porque ser empresário aqui [território de baixa densidade] é muito mais difícil do que ser empresário em Lisboa, Coimbra ou Leiria", frisou.

Ana Abrunhosa salientou a necessidade de moldar os incentivos de apoio às características dos territórios e adiantou que brevemente será feita uma iniciativa para divulgar os novos apoios vocacionados para os espaços de baixa densidade.

Adiantou ainda que estes apoios vão ser destinados à criação do próprio emprego ou negócio, sendo que o investidor não precisa de estar desempregado e, em princípio, não terá que estar inscrito no centro de emprego.

"São apoios com características muito diferentes dos que temos até agora, precisamente para adequar estes apoios aos territórios de baixa densidade que merecem aqui um tratamento, não discriminatório, mas diferenciador, porque são territórios onde é muito mais difícil investir, manter os investimentos, criar emprego e manter esses postos de trabalho", concluiu.

Fonte: Diário Digital Castelo Branco

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